segunda-feira, 28 de maio de 2012
Bucolismo retro
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josé manuel constantino
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Política desportiva
quinta-feira, 24 de maio de 2012
Nívelar por baixo
A prevenção da violência associada ao desporto e de condutas anti-desportivas dos seus agentes e adeptos trata-se de um problema que se esgota em torno da discussão da eficácia do regime sancionatório, situada entre a qualidade das normas e a sua efectiva aplicação. Como noutros domínios do nosso pulsar colectivo tudo parece resumir-se a uma questão de qualidade da regulação.
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João Almeida
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02:53
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Ética desportiva,
Política desportiva
terça-feira, 22 de maio de 2012
O país dos Ronaldos e dos Figos
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josé manuel constantino
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09:26
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Política desportiva,
Prática desportiva
sábado, 19 de maio de 2012
Porque entrevistei o Pedro Proença para um livro sobre equipas
Quanto tomei a iniciativa de avançar para um projecto de escrita sobre equipas que apresentam e procuram elevados desempenhos, fruto da formação académica e da experiência profissional a trabalhar com a classe dos árbitros de Futebol das Ligas Profissionais, decidi que poderia ser um excelente contributo estar no meio de alguns presidentes e directores das maiores empresas e organizações em Portugal, pessoas relacionados com o desporto, e em particular, um árbitro. E avancei para Pedro Proença.
Não o conhecia pessoalmente, apenas analisava-o com base na sua tarefa. E avaliando-o do ponto de vista técnico, comportamental e de liderança, apercebi-me que estaria a escolher um dos melhores no desempenho. E como em muitas tarefas, engloba uma vertente muito técnica e outra bastante relacionada com a escuta activa, liderança de vários processos que acontecem ao mesmo tempo, das equipas e da sua equipa. Ao nível do processo de tomada de decisão, arriscaria a dizer, que poucas tarefas como arbitrar um jogo, teriam tantas informações valiosas a quem estuda a compreensão do processo da tomada de decisão colectiva.
Nos últimos dias, Pedro Proença foi escolhido para apitar talvez o segundo jogo de Futebol mais importante de 2012 (provavelmente, a final do Europeu de Futebol será o primeiro). Poderemos colocar as inúmeras contingências que fizeram que o Pedro fosse escolhido. Uma final entre uma equipa alemã e outra inglesa, afastaria sempre árbitros desses países, árbitros que geralmente estão colocados no topo da tabela. Mas mesmo assim, sobrariam italianos, espanhóis, os tais nórdicos que a UEFA tanto gosta, etc. Seria um daqueles sinais que nos deveriam por a pensar…afinal de contas, a UEFA reconheceu um árbitro português para apitar o segundo jogo mais importante das suas competições para este ano.
Mas não…conhecendo a nossa cultura e os agentes desportivos, não me parece que ainda seja desta que a classe dos árbitros irá ter caminho verde para poder desenvolver mais algumas competências que são necessárias para as suas tarefas. Mesmo com os vários erros que vão acontecer sempre.
Nota: É possível verificar no meu perfil o meu clube.
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Rui Lança
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10:26
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terça-feira, 15 de maio de 2012
A ilusão performativa
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josé manuel constantino
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09:43
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Política desportiva
domingo, 13 de maio de 2012
Ó Relvas, Ó Relvas, nada à vista
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José Manuel Meirim
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18:23
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Política desportiva
quinta-feira, 10 de maio de 2012
Sem comentários
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José Manuel Meirim
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10:31
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Política desportiva
quarta-feira, 9 de maio de 2012
A inteligência competitiva no Benfica
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josé manuel constantino
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09:53
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Prática desportiva
terça-feira, 8 de maio de 2012
Desporto Doce - Venha Cá
Wittgenstein
Cliente ou mero espectador, de ambos o desporto se tende a afastar enquanto fenómeno cultural modelador da sua identidade e carácter...
Até quando ?
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João Almeida
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06:40
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Organizações desportivas,
Política desportiva
segunda-feira, 7 de maio de 2012
25 de Abril ou uma bomba relógio?
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José Manuel Meirim
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10:09
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Política desportiva





