quinta-feira, 15 de novembro de 2007

O que dizer ?

Por razões de entendimento pessoal quanto ao que deve ser o posicionamento público de quem serviu o Estado em funções de topo da administração pública, e a menos que qualquer ocorrência me leve a mudar de opinião, não comentarei a situação em que hoje se encontra e as vicissitudes que tem passado o Instituto do Desporto de Portugal. Mas sem violar esta posição de princípio, interrogo-me se não há ninguém com tempo e sentido de responsabilidade para mandar retirar do site daquele organismo, entre muitas outras coisas desactualizadas, um organograma com uma estrutura que há vários meses não existe, com pessoas cujas funções e responsabilidades não são as descritas e parte das quais já nem trabalham na instituição. Outras coisas a gente esquece, mas da falta de rigor na informação que se presta, o que dizer?

2 comentários:

NC disse...

É verdade. Mas há mais curiosidades.
Se observarmos com atenção, reparamos que os Objectivos Estratégicos se mantém os mesmos desde 2006....SERÁ??? Muito Curioso mesmo!!!
Por outro lado, mantêm-se em vigor (pelos vistos) dois logotipos. Veja-se nos Objectivos Estratégicos ou na Orgânica.
Mas isto é sintomático das preocupações existentes actualmente, isto é, também ao nível do Site Institucional se percebe quais as prioridades. É que as imagens (fotos) são sempre actualizadas. Não os personagens claro, mas as situações. Ou seja, o que importa não são os documentos de fundo, mas sim a imagem superficial.
"Habituem-se???"

Anónimo disse...

Está disponível no site do Panathlon Clube de Lisboa a intervenção de José Manuel Meirim sobre Direito e Desenvolvimento Desportivo de ontem à noite.
Recomenda-se a leitura deste particular documento em http://joomla.panathlonlisboa.pt/images/jmeirim.pdf
Nomeadamente no que respeita às condições a que deve respeitar a criação de bom direito do desporto.
O documento de JM Meirim é interessante no actual contexto para a compreensão dos mecanismos que devem ser implementados para a obtenção dos melhores resultados de política desportiva e de produção legislativa.
Procurando fugir à fulanização e ao erro grosseiro de quem nasceu para outras coisas o artigo de JM Meirim é um tipo de instrumento a implementar e cujo alcance é promissor caso o debate seja conseguido com transparência, competência e democracia.
A nomeação de figuras "third and forth best" é um erro do desporto português que o impede de alcançar melhores resultados com a nomeação de figuras competentes para os lugares de topo.
Embora não seja visível porque o desporto português não é sensível e ignora sinais, o desporto sofre e vai sofrer mais por causa do seu comportamento actual.
Fernando Tenreiro