A representação nacional esteve também presente no Campeonato da Europa, em 2004, igualmente na Grécia, conquistando, em agon, uma medalha de ouro por João Varela, de Alijó; medalha de prata por Sandra Dias e uma de bronze por Cristina Novo, ambas do Mirandela. Em paleismata mais uma prata por intermédio da dupla: Sandra Dias e Cristina Novo. Portugal foi 5º.
domingo, 9 de junho de 2013
O poder central em Mirandela
A representação nacional esteve também presente no Campeonato da Europa, em 2004, igualmente na Grécia, conquistando, em agon, uma medalha de ouro por João Varela, de Alijó; medalha de prata por Sandra Dias e uma de bronze por Cristina Novo, ambas do Mirandela. Em paleismata mais uma prata por intermédio da dupla: Sandra Dias e Cristina Novo. Portugal foi 5º.
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José Manuel Meirim
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domingo, 3 de fevereiro de 2013
A Assembleia Geral do Sporting Clube de Portugal
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José Manuel Meirim
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terça-feira, 2 de outubro de 2012
A liderança no Benfica
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josé manuel constantino
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domingo, 2 de setembro de 2012
Avaliação da prestação de Portugal nos jogos olímpicos de Londres 2012
Alfredo Silva
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Alfredo Silva
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sexta-feira, 27 de abril de 2012
O descalabro
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Maria José Carvalho
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terça-feira, 20 de março de 2012
As dívidas das autarquias:e agora?
A publicação do anuário dos municípios portugueses não esclarece de todo aquela minha dúvida. Mas ajuda a perceber que alguns desses municípios, tão pródigos a gastar no espetáculo desportivo, estão afinal profundamente endividados e andaram a gastar o que não tinham. É certo que esse endividamento se não deve ao que gastaram com o desporto. Mas a uma atitude relapsa face à gestão. Mas permite perceber que não há milagres que permitam transformar as economias autárquicas. Sobretudo quando, como agora, há limites ao endividamento e a banca coloca restrições ao crédito.
Alguns, durante muitos anos, alertaram para a deriva autárquica onde se gastava muito em projetos de duvidoso aproveitamento para as políticas desportivas locais. No erro que consistia em se concentrarem recursos significativos quase sempre centrados na dimensão do desporto-espetáculo e na sua comercialização. Numa política de infraestruturação desportiva decorrente da opção anterior sem preocupações de exploração e de sustentabilidade.
O argumento sempre invocado, o de que não era uma despesa mas um investimento que replicava condições de desenvolvimento local muito para além do desporto, está à vista: milhares de recursos gastos em espaços desportivos, alguns obsoletos e com uso muito aquém do previsto; eventos cuja precaridade de aproveitamento se esfumou; uma dimensão profissional em constante precaridade.
Agora, como o tempo político e económico é outro, não há solução que não seja arrepiar caminho. E disso se queixam muitas organizações desportivas que deixaram de poder receber os apoios que durante muitos anos estiveram disponíveis. Contrariamente ao que por aí se anda dizer a crise não é uma oportunidade. É uma inevitabilidade que tem imensos custos e não apenas financeiros. As autarquias vão sofrer com os apertos a que vão estar sujeitas; os munícipes vão ter um pior serviço público e as organizações que sustentaram uma parte das suas atividades com apoios autárquicos verão essas atividades soçobrarem perante a escassez de recursos.
Tudo isto ocorre num ambiente em que se acentua um garrote sobre o poder local com os municípios, a tenderem a deixar de ser poder para passarem a ser administração. Esta passagem vai fazer-se sob a égide das exigências do plano de ajuda externa e da necessidade de controlar a despesa pública. Não é excessivo reconhecer que com consequências imprevisíveis para o futuro do exercício autárquico Mas não só. Com todas as contradições inerentes a processos de transformação se, nos últimos trinta anos, o desporto português sofreu alterações deve-o em parte significativa ao papel das autarquias. Mudar este papel terá consequências no próprio desenvolvimento do desporto.
Acresce, a esta dificuldade objetiva, uma outra, de âmbito subjetivo e ideológico: a rotina de pensamento a que estamos sujeitos e que nos amarra a modelos de interpretação da realidade que se constituem como armadilhas que dificultam o enfrentar da situação. E a mais letal é aquela que centra o alvo das políticas desportivas locais no apoio a dimensões do desporto que se não repercutem na facilitação do seu acesso e na qualidade das suas práticas, aos cidadãos/munícipes. A reversão da situação atual só pode ter este destino: um retorno à sua obrigação/vocação original. Exigindo, por outro lado, um escalonamento diferente das prioridades em matéria de política desportiva nacional de modo a permitir hierarquizar apoios em função das dimensões sociais e da economia das diferentes modalidades. Sendo um caminho difícil requer muita reflexão e um diálogo alargado entre poderes políticos e os organismos desportivos.
Os constrangimentos financeiros que obrigaram o país a recorrer a uma ajuda externa impõem condições de extrema severidade. Autoridades políticas e responsáveis desportivos devem, por isso, fazer o que estiver ao seu alcance para minorar esses efeitos. E só o conseguirão se concertarem estratégias e convergirem nos objetivos. Nunca como hoje, face à escassez de recursos, foi tão necessária a sinergia e a convergência entre os vários atores e agentes políticos e desportivos.Oxalá seja isto que se está a passar com o anunciado projeto Ambição Olímpica ,no qual ,segundo as palavras do seu promotor se espera gastar entre 1,5 a 2 milhões de euros.
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josé manuel constantino
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domingo, 26 de fevereiro de 2012
Será verdade?
1 .
O processo de fusão de instituições da administração pública terá também distorcido as funções dos seus dirigentes? Ou será que estará a caminho o Instituto do Desporto da Juventude e da Música?
2 .
“D. Manuel Monteiro de Castro assinalou ainda situações em que a «a mulher tem de trabalhar pela manhã e pela noite e depois chega a casa o marido quer falar com ela mas não tem com quem falar.”
O melhor é nunca perguntarem ao novo cardeal se as mulheres devem praticar desporto ou até exercê-lo como uma profissão…sacrilégio será a resposta pela certa.
3.
“Os jogadores não têm de apoiar o meu projecto, apenas preciso do apoio do dono [do clube]”, disse André Villas-Boas
Ler declarações desta natureza desacreditam tudo o que a vivencia desportiva ensina e tudo o que se estuda sobre treino, motivação ou liderança. Esperamos pelas memórias deste treinador para aprendermos coisas novas…
4.
A ser verdade, será que os órgãos federativos se ficarão pelos argumentos invocados de impossibilidades pessoais e de saúde? E a tutela do desporto que fará, face aos dinheiros públicos que estão em causa?
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Maria José Carvalho
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19:22
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